AVE MARIA
By Roner Braga Padilha
Ago 2007
18 horas.
Toca a ave Maria,
No alto-falante,
Da cidadezinha.
É um dia que finda,
Ou a noite que começa?
Melancolia,
Nostalgia,
De não sei o que...
É poético,
Com a linha do horizonte.
Ser, estar,
Um majestoso cenário.
Ter tempo
Para refletir,
Pensar o dia,
Acolher a noite,
Com alegria.
Clique...
Acabou a música.
Volta à realidade
Ficou,
O poente e as estrelas.
É inverno.
Toca a vida.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
MEA CULPA
TEORIAS
Teoria Científica!
Teoria Criacionista!
Acho que foi isto que lí na net.
Pois é...
Pela Científica,
sou uma bateria
cuja energia vem do sol, que recebe a sua da galáxia,
que recebe a sua do universo...
Credo!!!
Se eu morrer,
eu desarranjo o universo...
E não tenho nada com isto.
Teoria Científica!
Teoria Criacionista!
Acho que foi isto que lí na net.
Pois é...
Pela Científica,
sou uma bateria
cuja energia vem do sol, que recebe a sua da galáxia,
que recebe a sua do universo...
Credo!!!
Se eu morrer,
eu desarranjo o universo...
E não tenho nada com isto.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
SABOR
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
AS SETE MARAVILHAS
AS SETE MARAVILHAS
By roner Braga Padilha – ago 2009
Quer passear comigo?
Andar de pé no chão...
Tem ruas de pedras retangulares,
Outras de hexágonos, pentágonos,
Buracos, calçadas trôpegas...
Há padarias, botecos, lanchonetes,
Salões de beleza, borracharias...
Mas a gente vai seguindo;
Farmácias, confecções, sorveterias.
Justiça, executivo, legislativo.
Bancos, barbearias, combustíveis,
Loterias, celulares, geladeiras e TV...
E a gente vai seguindo.
Oficinas, hospital, casarões,
Hotéis, atacados, escolas e prisões.
E a gente vai seguindo.
Eu quero te mostrar a paisagem,
Os horizontes que há.
São de vários matizes:
Podem ser verdes, azuis,
Infinitas, minúsculas, avoantes,
Coloridas, recortadas, deslizantes.
Quero te fazer ouvir o silencio
Ao por do sol.
E a barulhada ao nascer.
Sentir o frio da madrugada.
Admirar as corredeiras,
Seguindo serras e montanhas,
Pulando ou circulando crateras,
Ou correndo mansa nas baixadas.
E depois de tudo, se você,
Ainda disser que não me ama,
Não importa...
Você aprendeu amar minha terra!
Roner é Secretário e membro da Academia Iunense de Letras.
By roner Braga Padilha – ago 2009
Quer passear comigo?
Andar de pé no chão...
Tem ruas de pedras retangulares,
Outras de hexágonos, pentágonos,
Buracos, calçadas trôpegas...
Há padarias, botecos, lanchonetes,
Salões de beleza, borracharias...
Mas a gente vai seguindo;
Farmácias, confecções, sorveterias.
Justiça, executivo, legislativo.
Bancos, barbearias, combustíveis,
Loterias, celulares, geladeiras e TV...
E a gente vai seguindo.
Oficinas, hospital, casarões,
Hotéis, atacados, escolas e prisões.
E a gente vai seguindo.
Eu quero te mostrar a paisagem,
Os horizontes que há.
São de vários matizes:
Podem ser verdes, azuis,
Infinitas, minúsculas, avoantes,
Coloridas, recortadas, deslizantes.
Quero te fazer ouvir o silencio
Ao por do sol.
E a barulhada ao nascer.
Sentir o frio da madrugada.
Admirar as corredeiras,
Seguindo serras e montanhas,
Pulando ou circulando crateras,
Ou correndo mansa nas baixadas.
E depois de tudo, se você,
Ainda disser que não me ama,
Não importa...
Você aprendeu amar minha terra!
Roner é Secretário e membro da Academia Iunense de Letras.
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